quarta-feira, 6 de julho de 2016

Casos Ovnis ocorridos em Piracicaba (SP) e em seu entorno




O material que apresentarei a seguir encontrei por acaso navegando pela internet, informa sobre as atividades de um pequeno grupo de voluntários em Piracicaba - SP (Brasil) e as perspectivas para desenvolvimento de um projeto complexo aqui descrito. Estão também disponíveis os relatórios de todos os casos ufológicos pesquisados por este grupo, que aborda temas relacionados com "pesquisas alternativas".

Ufos Wilson reproduzirá este material na integra e cronologicamente, infelizmente o site como todo não se encontra mais ativo, se alguém ligado a este grupo Projeto Alfa Cruzeiro do Sul, que não sei se encontra ativo, quiser nos contatar entre em contato pelo: seuscontatosovnis@yahoo.com.br. Este material é muito detalhado expondo a rica casuística de Piracicaba e região, não podendo eu deixar de divulgá-lo.

Caso CAPUAVA - nos arredores de Tanquinho - Piracicaba - SP 

Relatório preliminar dos estudos ufológicos realizados na região de Piracicaba.

Caso "CAPUAVA".

Definição: CAPUAVA, s. f. - parte de um sítio, ao fazenda, onde se fazem anualmente plantações de cereais e outras. | É provável que outrora tivesse significação um tanto diversa. B. - R., citando Paula Sousa, diz que em S. P. designa qualquer estabelecimento agric. para cultura de cereais, feijões, mandioca e outros mantimentos. - Na Par. do N. e R. G. do N., pronuncia-se capuaba, e o t. designa cabana, casa mal construída e arruinada. No Esp. Santo, capixaba é o mesmo que a capuava paulista. (B. - R.).

(definição encontrada no site de A Biblioteca Virtual de Literatura em textode Amadeu Amaral

Introdução.

Uma das questões atuais mais interessantes nessa era tecnológica em que estamos é: "haverá vida inteligente em outros lugares do universo?". Muitos cientistas e mesmo políticos já se pronunciaram convictos da existência dos chamados "Discos Voadores" . Os recentes progressos verificados na astronomia ampliaram de tal maneira o tamanho e a idade do universo que, estima-se, seja muito provável a ocorrência de civilizações pelo grande número de galáxias que nos rodeiam, isso sem contar a possibilidade de que hajam seres inteligentes em nossa própria galáxia.

Muito já se tem feito no sentido de estabelecer contato ou comunicação com essas prováveis civilizações: poderosos radiotelescópios analisam o tempo todo sinais provenientes dos confins do Universo, tentando captar uma mensagem lógica que evidencie a presença de civilizações tecnológicas que apresentam, no mínimo, o nosso estágio evolutivo.

Embora existam muitas pessoas que não acreditam nessas possibilidades (um pensamento bastante egoísta), um número enorme e crescente de pessoas acreditam firmemente na chamada vida extraterrestre. Entre estas pessoas estão as milhares que já puderam ver um OVNI. Muitos se dedicam solitariamente ou em grupos à pesquisa dos OVNIS. Essa pesquisa (ao contrário do que muitos pensam) é algo muito sério, tanto que a própria Força Aérea dos Estados Unidos e mesmo do Brasil desenvolveu grupos de pesquisadores, cientistas e militares, num trabalho intenso sobre o assunto.

É sobre fenômenos relacionados a esses hipotéticos engenhos voadores de origem desconhecida (extraterrestre?) que trata o presente relatório.

A seguir estão relatados os casos ufológicos pesquisados por este grupo, numa região que inclui os municípios de Piracicaba, Rio Claro, Limeira, Iracemápolis, Rio das Pedras, Pirassununga, São Pedro e Charqueada.

Casos pesquisados na região de Piracicaba

FUNCIONÁRIOS PERDIDOS NA REGIÃO DE TANQUINHO!

Nosso primeiro caso foi descoberto em 28/02/1985, quando Luís
soube que alguns empregados da Cia. Paulista de Força e Luz, teriam sido
testemunhas de estranhos acontecimentos, em pelo menos três ocasiões.
Na primeira delas, dois funcionários sairam numa pick-up, dotada
de rádio para comunicação, em direção ao distrito de Tanquinho, distante 20Km
ao norte de Piracicaba. Por ser um caso antigo, a data e as identidades são
incertas.
Numa antiga "Rural", que já passara muitas vezes por aquelas
estradas, indício de que os eletricitários deveriam conhecer bem o caminho,
dessa vez um fato muito interessante aconteceria.
Era noite e, inesperadamente, os dois se viram perdidos. Conforme
contam os trabalhadores mais antigos da CPFL, seus colegas perdidos teriam
tentado chamar a central pelo rádio e, não havendo resposta, continuaram
rodando até esgotar o combustível. Os colegas que estavam na central,
preocupados com a demora, saíram a procura dos dois na manhã seguinte. Os
tais foram encontrados num canavial da região, um tanto confusos e sem
entender como fora possível se perderem, sendo conhecedores da área.
Aconteceu um outro caso, mais recente, porém semelhante, com
outra dupla de funcionários, também designada para Tanquinho. O Sr. Francisco
Severino e Daniel dos Reis se dirigiram para o mesmo local. Entraram por Vila
Nova e em questão de minutos deveriam chegar ao destino.
Deveriam, mas não chegaram. O vilarejo a que se guiavam era
Godinhos, mas deste nem sinal. Conforme declarações, rodaram horas numa
estrada larga e com subidas íngremes. Neste caso, como no anterior, também
era noite quando os dois se deram conta que estavam perdidos. Estranharam,
pois naquela região nem as estradas são tão largas nem o relevo é tão
acidentado. Contam eles, que algumas vezes as subidas eram tão acentuadas que
se fazia necessário o uso da primeira marcha. Francisco e Daniel conheciam
bem a região e sabiam que se tivessem pego o caminho errado deveriam estar
nas estradas seundárias, mas estas seriam mais estreitas e menos conservadas.
Quanto as estradas principais, todas eram muito bem conhecidas, sendo que
aquela em que eles estavam, definitivamente não se parecia com nenhuma delas.
Em determinado momento, viram plantações de bananas e depois de
algum tempo, se depararam com uma grande montanha. Mais confusos ainda,
resolveram dar meia volta, até que encontraram alguma coisa, afinal,
familiar: um poste de energia com uma chave-fusível, onde deveria constar um
número, pelo qual poderiam calcular sua posição. Surpresos, perceberam que
não havia nenhuma inscrição, sinal de que a chave não pertencia a CPFL.

SEQ Figure \* ARABICµErro! Nenhuma seqüência foi especificada.§ Uma grande
montanha, desconhecida na região, foi vista enquanto os funcionários estavam
perdidos.
Para evitar a gozação dos colegas, só chamariam pelo rádio se definitivamente
não encontrassem o caminho de volta. Durante as várias horas que ficaram
perdidos, o rádio permaneceu mudo, ou seja, ninguém se comunicou com ninguém,
o que é muito raro. Esta dupla, conhecendo o caso anterior e a repercussão
hilária que teve, estava decidida a evitar contato com a central para não
passar pelas mesmas brincadeiras. Assim não sabemos com certeza se o rádio
estava incomunicável também desta vez, ou se apenas não houve chamadas
durante aquele período.
Procurando uma saída em quanto havia combustível,
inexplicavelmente se viram dentro da Usina Costa Pinto, da qual voltaremos a
falar mais tarde. Não entenderam a maneira pela qual lá chegaram, pois para
isso, seria necessário passar por uma guarita e uma pequena ponte. Segundo os
dois, não passaram por uma nem por outro. O guarda da guarita, como já estava
habitua do com os veículos da CPFL, provavelmente nem se deu conta da
irregularidade.
Essa estrada é a única normalmente aberta para a Usina Costa
Pinto, mas os eletricitários apenas saíram por ela. Essa ocorrência teria se
dado pelo ano de 1980.
Novamente, um terceiro caso parecido, teria como envolvidos Luís
Dionísio e Valdemar Delamuta, também funcionários da CPFL, que se perderam
próximos a mesma área dos casos anteriores, por pouco tempo porém, indo parar
num local não muito longe, mas completamente fora do planejado. Aqui o rádio
funcionou perfeitamente, sendo incerta a importância deste caso para o nosso
estudo.

AS PRIMEIRAS VIGÍLIAS COM O
RECEPTOR "VLF".

A par destes fatos e com os depoimentos de Francisco Severino e
Daniel dos Reis, no dia 03/03/1985 eu, o Luís e o Prof. Renato nos dirigimos
à região de Tanquinho.
Aqui convém explicar o funcionamento de uma antena especial que
levamos. Trata-se de um receptor de rádio de muito baixa frequência. Enquanto
os receptores normais operam numa faixa relativamente elevada do espectro
eletromagnético (não inferior a 500KHz), o nosso receptor capta ondas entre 5
e 15KHz, sendo que se fossem manifestações puramente acústicas estariam
dentro da faixa audível do ser humano. Acontece, porém, que nossos ouvidos
não ouvem eletromagnetismo. Esperavamos poder detectar variações no campo
eletromagnético que indicasse perturbação elétrica.

Naquela tarde se aproximava uma tempestade, com muitos relâmpagos,
que já há algum tempo vinham sendo detectados no VLF. Tivemos que voltar logo
por causa da chuva.

Na noite de 12/06/1985, o Luís e eu retornamos a região de
Tanquinho. Desta vez com o objetivo de reconstituir o percursso das pick-up's
da CPFL. Não conheciamos a área e, estando escuro, sem Lua e céu estrelado,
seria bem provável que nos perdessemos, caso aquela região fosse realmente
propícia a enganos deste tipo, como um labirinto, exemplificando.
Na verdade rodamos até quase o fim do combustível, porém, em todo
momento sabiamos onde nos encontrava mos por uma razão simples: de qualquer
lugar da região podia se ter uma referência. Podiamos ver uma cidade no
horizonte, uma vila, uma casa, uma linha de energia, uma USINA DE CANA, um
tanque de restilo, enfim, percebiamos que o local não era nenhum labirinto.
Ao contrário de nós, aqueles funcionários que se perderam antes, eram bons
conhecedores do lugar. Como ficaram perdidos é a questão que nos intriga.

VEÍCULO DO PACS É AFETADO.

Nesta ocasião, por algum tempo paramos numa estrada de terra que
liga Vila Nova a Tanquinho, sendo que após 30 minutos o som emitido pela
"antena quadrada" mudou para mais grave e, em seguida, todas as luzes do
carro se apagaram sem que ninguém tocasse em nada. Uns 15 segundos se
passaram até que tudo voltasse ao normal, com o reacendimento das lampadas.
Ficamos ali mais algum tempo sem que mais nada de estranho fosse percebido,
assim retornamos a Piracicaba.
Em 10/10/1985, novamente eu e o Luís nos encontravamos em Vila
Nova e Tanquinho, indo depois ao chamado Mato do Macaco (uma parte de
vegetação nativa reservada pelas usinas, onde dizem que alguns pequenos
macacos vivem, ou viviam). Levamos tranceptores portáteis (27MHz), que
testamos em Piracicaba antes de partir. No local, porém, eles não funcionaram
e depois desta ocasião não mais conseguimos sintoniza-los. Apesar de serem
aparelhos de qualidade inferior, o Luís informou que mesmos os rádios dos
veículos da CPFL não funcionam perto do mesmo lugar, embora o defeito não
persista depois de sairem dali (nota: a frequência usada pela CPFL é bem
diferente daquela usada pelos nossos transceptores).

Fizemos outra excursão pela área em 16/11/1985. Como mais nada de
importante acontecia fomos diminuindo nossas vigílias naquele distrito.

Ufos Wilson: Os próximos casos serão expostos cronologicamente.

FONTE: http://www.geocities.ws/edsonzb/casos2.htm#Capuava


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