quinta-feira, 14 de julho de 2016

Casos Ovnis ocorridos em Piracicaba (SP) e em seu entorno Parte 5




CASO PEDREIRA I.

No dia 09/04/1989, pudemos ter o nosso primeiro contato com uma testemunha que alega ter avistado OVNI's por três vezes, pelo menos.
Quando o policial Costa me informou sobre seus dois colegas no Km 19, disse que tinham avistado um OVNI de base redonda com um bico para o alto, ou seja, um cone (apesar de não confirmarem isso). Observe agora o UFO descrito a seguir.
O sr. Daniel Frasson, comerciante, morador de Vila Nova, dirigia seu caminhão nas proximidades do chamado Morro Azul, que fica próximo ao município de Limeira, ocasião em que voltava para casa como tantas vezes o fez por aquele mesmo caminho. Conta ele que havia chovido muito naquele dia, que não se recorda exatamente o qual era, mas calcula ter sido no ano de 1977, outubro possivelmente.Segundo ele, ainda chuviscava e o céu era cortado por muitos relâmpagos entre baixas nuvens, os quais clareavam a estrada de terra. Acompanhava-o o sr. João Arquesin, que infelizmente não conseguimos contactar para entrevista.
Num terreno elevado a mais ou menos 800m de altitude, próximo a uma mata preservada na Fazenda Iracema, antes chamada Butião, quase ao lado de uma pedreira, os dois perceberam um estranho objeto no céu entre os inúmeros relâmpagos. Conforme pode se lembrar, devia ser mais ou menos 21h45min quando eles pararam para observar. O sr.Daniel calcula que entre 30 e 80 metros de altura, flutuava um OVNI, variando sua posição, subindo, descendo, indo para um lado e depois para o outro. O sr. Daniel concluiu que o "aparelho", conforme chama, tentava ganhar altitude, mas não conseguia por causa dos relâmpagos. Tal objeto, luminoso e mudando de cor, tinha o formato de um "funil com a boca para baixo", ou seja, um cone, tendo a base um diâmetro de aproximadamente 8 ou 9 metros. Com seus movimentos incertos, foi lentamente descendo e, depois de uns 20 minutos, parece ter pousado num pasto que fica abaixo do nível da estrada onde estariam as nossas testemunhas. Ali perto, na ocasião estariam estacionados dois tratores agrícolas de esteira. Então o sr. Daniel subiu na capota de seu caminhão e continuou a acenar para o "aparelho". Sem resposta, ele desceu mas continuando a acenar. Embora afirme hoje que não sentiu medo, também não se dirigiu até o local do pouso.
Mais uns 20 minutos se passaram, antes que o OVNI abrisse uma pequena porta grossa, lembrando mais uma escotilha, da qual saiu o que o sr. Daniel chama de "líquido Branco", uma espécie de facho luminoso que teria passado por cima de sua cabeça. Conforme declaração, imediatamente os olhos
começaram a lacrimejar "como bica" além de forte tontura e dor de cabeça, que
perduraram algumas horas. Naquele momento os dois correram para o caminhão e "deram no pé", sendo que o sr. Daniel guiou com dificuldade até Vila Nova. Quando o entrevistamos, seus familiares que se achavam presentes, confirmaram que se lembram da ocasião em que ele chegou com os olhos lacrimej ando bastante e reclamando de tonturas e dor de cabeça.Nós, do Pacs, supomos que o líquido atirado do OVNI seja um tipo de raio luminoso, assim como muitos relatos parecidos ocorridos no Norte e Nordeste do Brasil ("Vampiros Extraterrestres na Amazônia" - Daniel Rebisso).








CASO PEDREIRA II

Nos interessamos ainda mais quando o mesmo sr. Daniel acrescentou
em seu depoimento que desde o dia em que foi "atacado" por esse OVNI, toda
vez que passava pela área, ficava atento e esperanva ver novamente a "coisa".
Por volta de 1980, devia ser um sábado com Sol forte, aí pelas 16h, no mês de
setembro, conforme pode se lembrar, estava acompanhado do sr. Pedro Cláudio,
infelizmente falecido, quando desligou o motor do caminhão numa descida, logo
percebendo alguma coisa parada no meio de uma encruzilhada. Então o sr.
Daniel estacionou o veículo a uma certa distância, desceu e ficou escondido
espiando atrás de uma moita.
Se ele queria pegar um "aparelho" em flagrante, conseguiu. Pousado
na estrada de terra, numa encruzilhada que inclusive é usada para despachos
religiosos, situada a pouco mais de 1Km do local do caso Pedreira I, quase no
topo do Morro Azul, onde situa-se um conjunto de antenas retransmissoras,
estava um objeto que a testemunha até teve dificuldade para descrever.
Conforme nos contou, sua cor era acizentada, com uma base redonda de uns 6 ou
7 metros e um bico no alto. Pequenas asas escamoteáveis, ou algo parecido,
foram notadas ao lado do corpo do objeto quando este decolou. O mais
interessante é que se podia ver um ser humanóide dentro da "cabine" através
das paredes, ou seja, conforme as informações prestadas, supõe-se que o
material do corpo da "nave" era translúcido. Acima do objeto, havia algo que
a testemunha chamou de hélices. Não sabemos se eram hélices girando ou algo
que lembrasse isso, pois o sr. Daniel não conseguiu descrever melhor, nem
mesmo se lembrar de detalhes. Nenhum som foi produzido o que fatalmente
aconteceria se pás de hélices como as conhecemos estivessem em movimento.

Do lado de fora, a uns 5 ou 6 metros da "nave", estava um ser
idêntico ao que se encontrava no interior, ou seja, humanóide, baixo, vestido
com uma roupa cinza justa (a testemunha não se lembra como certeza da
vestimenta), usando um capacete que, conforme pode se lembrar, parecia em
determinado momento ser vermelho "vivo", porém ele acha que viu também o
mesmo capacete num tom esverdeado; em sua opinião, estes seres e certamente o
objeto mudavam de cor. Suas faces não puderam ser observadas através do tal
capacete, mas a testemunha, baseada no tamanho deste artefato, concluiu que a
cabeça era grande e desproporcional ao corpo, se tomarmos como referência o
ser humano. Este "ufonauta" parecia estar interessado em alguma coisa no
chão, sendo que chegou neste momento a estar apenas a alguns metros do sr.
Daniel, que permanecia escondido. Nisso, o suposto "alienígena" percebeu o
bisbilhoteiro e começou a se afastar, de início sem dar as costas, andando de
maneira desajeitada, parecendo um robô. No chegar ao aparelho, fez um jesto
de alguém que aperta um interruptor , no que se abriu uma porta por onde
entrou e se juntou ao outro ser que observava tudo.
O OVNI então iniciou uma decolagem bem ao padrão de um
helicóptero, inclusive com a agitação da cana pelo "vento", segundo a
testemunha. O sr. Daniel alega que o barulho que pode ouvir era apenas da
cana que se agitou, sendo a "nave" totalmente silenciosa. Quando atingiu
certa altura, o aparelho inclinou o bico para a frente e iniciou vôo
horizontal. O sr. Daniel correu então para o caminhão e seguiu o objeto por
uns 100 metros, quando a falta de estrada impediu a perseguição.

No dia 09/04/1989, além de conceder entrevista, a mim, ao Prof.
Renato e ao Luís, o sr. Daniel deixou seu trabalho e nos levou até o local
dos fatos. Acrescentou ainda que os efeitos estonteantes verificados no caso
Pedreira I, passaram no dia seguinte, sendo que ele mesmo se dirigiu ao local
a procura de vestígios, mas nada encontrou. Apesar dos anos passados, ainda
tentamos medir o magnetismo, mas nada de anormal foi detectado no local.
Depois deste dia , voltamos outras vezes ao mesmo lugar, inclusive pa- ra
vigílias noturnas. Neste dia, toda a conversa com a testemunha foi gravada.
Em 03/05/1989, tentamos contactar a outra testemunha que estaria também
presente durante o avistamento do caso Pedreira I, porém, sem obter sucesso.
Quatro dias depois (07/05/1989), falei novamente com o sr. Daniel.
Perguntei se não lembrava de algum detalhe que porventura tivesse sido
esquecido.

Ufonauta do caso Pedreira II. conforme narração da testemunha.

A resposta foi de que quase tudo havia sido transmitido, mas
acrescentaria alguns fatos de seu conhecimento. Ele contou que evita comentar
sobre este assunto com qualquer pessoa, mas como achou que o nosso grupo
existia em função da pesquisa, resolveu prestar as informações de seu
conhecimento.
Mesmo ocupado com seu trabalho, nosso grupo recebeu muita atenção,
sendo que fomos informados sobre um caso muito mais antigo, referente a uma
família que teria vindo morar na região e depois, seus integrantes
desapareceram misteriosamente um a um, sendo que um menino teria sido o
último a sumir. Uma mulher de idade avançada, que na época da ocorrência
ainda era criança, seria a única testemunha deste caso, porém ela não mantem
o que diz, e muda a história muitas vezes por causa do medo que tem, segundo
ela mesma informa. Por falta de disponibilidade, não pesquisamos este caso.
O sr. Daniel contou também que, quase todos os anos, em
determinada época, ele vê uma estrela que desce aparentemente não muito longe
de sua residência. Seus parentes e amigos que estavam presentes no dia desta
entrevista, se mostraram temerosos quanto a este fato. A princípio pensei
tratar-se das conhecidas "bolas-de-fogo", mas com o tempo comecei a
desconfiar que era nada mais que Vênus, devido a posição e época mencionada.


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