quinta-feira, 21 de julho de 2016

Casos Ovnis ocorridos em Piracicaba (SP) e em seu entorno Parte 7




AUTOMÓVEL SEM BATERIA EM TANQUINHO!

Em 19/03/1990, novamente o policial Costa me procurou para
informar que algumas semanas atrás, um amigo seu ao transitar numa estrada de
terra teve problemas com seu carro quando passou próximo a Usina Capuava,
sendo que isso ocorreu à noite. Segundo seu amigo, houve pane total no
sistema elétrico. Na procura da causa do defeito, ele ainda colocou os polos
da bateria em curto-circuito, não obtendo nenhuma faísca. Passados mais ou
menos 10 minutos, tudo voltou inexplicavelmente ao normal. Costa preferiu não
revelar nome ou endereço de seu amigo que não aceita se envolver na questão
de forma alguma, e ainda contou sua história para o policial desconhecendo
outros acontecimentos de origem estranha na área.


LUMINOSIDADE NO CÉU DE VOLTA GRANDE.

Em 2 de março de 1990, dois funcionários da CPFL viram na
direção da formação de montes do bairro Floresta, uma luminosidade estranha
nas nuvens, como aquela que se observa à noite acima das queimadas dos
canaviais. Isto aconteceu enquanto trabalhavam nas proximidades,
aproximadamente às 22h, sob céu chuvoso (as nuvens iluminadas eram baixas).
Um deles, o Fernando, que notou primeiro chamou a atenção do seu parceiro
Valdecir. Fernando estava trabalhando numa escada e Valdecir subiu na pick-up
para observar melhor. Aí então, dizem eles que viram um corpo opaco subir até
uma certa altura e depois descer, novamente se escondendo atrás dos morros de
onde saiu. Sendo que isso tudo durou uns três minutos. Os dois afirmam que
sentiram medo, mas tentaram sinalizar com um farol portátil, sem nenhuma
reação perceptível. Mais tarde comunicaram ao pesquisa dor do nosso grupo,
Luís, o ocorrido
Existe uma possibilidade, levantada pelo próprio Luís, de que
tal objeto poderia ser nada mais que a Lua em sua posição natural no
horizonte, antes de se por, e confundiu os dois observadores por causa das
nuvens. A posição apontada por eles coincide com com a que o satélite natural
deveria estar ocupando naquele dia e hora.
Em 17 de março de 1990, numa excursão organizada pelo Projeto
Alfa, incluindo o Prof. Renato, Lusia, Greg, Luís e eu, acampamos numa das
montanhas daquela serra. Do ponto de vista ufológico nada aconteceu ou foi
percebido. Tornamos a entrevistar algumas pessoas, que confirmaram todas as
histórias já contadas nas outras vezes que ali estivemos.

Dois dias depois, a 19 de março de 1990, numa conversa com um
amigo, o qual já morou naquela área, este relatou que uns 4 ou 5 anos antes,
ao passar pelo local avistou uma luz parecida com um reflexo de espelho, fixo
em uma das montanhas. Isto foi durante o dia e pode ser realmente apenas um
reflexo. No entanto, conforme averiguamos, o mato que cobre aqueles morros é
extremamente fechado, e dificilmente alguém andaria até o alto daquele morro.
Além disso, este informante me prometeu perguntar aos seus parentes sobre as
lendas existentes no local, sendo que nada de relevante seria descoberto.
Fomos informados também, que parece existir algum grupo de pessoas, que
frequentemente, por ali não se sabe exatamente para que, porem desconfia-se
tratar-se de um grupo místico.


CASO "GUARDA-CHUVA"


No dia 13/04/1990, às 20h, sob um céu limpo e durante uns 40
segundos, o prof. Renato e sua esposa Luzia puderam observar, de sua própria
residência, no Bairro Piracicamirim nesta cidade, a uma distância estimada em
torno de 2000m, um OVNI cuja forma lembrou um "guarda-chuva sem cabo", de cor
mais escura que o céu do anoitecer, com algumas luzes na parte inferior nas
cores branco-amarelada e vermelhas. Uma delas piscava, não se sabe exatamente
qual. Essa parte inferior parecia ser côncava e era iluminada provavelmente
por algumas daquelas luzes.
A trajetória deste OVNI se assemelhava a de um avião no que se
refere a velocidade e manobras, embora diferenci asse, segundo o professor,
no formato. A trajetória era de Norte a Sul, efetuando uma aparente manobra
para o Oeste no final. Deslocou-se aproximadamente a 1°/s, visto a 45° acima
do horizonte na direção Oeste. Percorreu horizontalmente um espaço de cerca
de 45° em direçao ao Sul quando fez uma curva para Oeste, desapar ecendo ou
apagando as luzes, pois tornou-se visível novamente em seguida. Fica aqui o
registro.


NOVA VIGÍLIA EM TANQUINHO.

Em 07/07/1990, juntamente com Luís Custódio e Italo, me dirigi a
região de Tanquinho para uma vigília noturna, que se iniciou às 20h30min e
terminou às 2h.
Noite fria, entre 8 e 10°C, com trechos de forte neblina,
escolhemos um local alto onde se podia ver um céu limpo e com luar. Com boa
visão noturna, tudo permaneceu normal até às 12h34min, quando saímos de carro
para observação de outros locais. Rodamos alguns minutos retornando ao ponto
de origem. Neste retorno, ao passar pelo "Mato do Macaco", entramos num
trecho de neblina, no que tive uma sensação de medo. Me calei por achar o
fator sem importância, mas estranhei quando o Luís começou a relembrar
antigas histórias sobrenaturais contadas pelos moradores locais e por seus
colegas de serviço (CPFL). Perguntei porque falara a respeito e a resposta
foi de que também ele sentia esse estranho medo. Era a primeira vez que eu
tinha essa sensação durante uma vigília. Em Vila Nova existe uma igreja velha
e uma construção abandonada, onde várias pessoas dizem ter ouvido vozes e
barulhos sendo que nunca descobriram a causa (animais, peças soltas, vento
etc). Destas histórias é que falava o Luís. De volta ao ponto de permanência
para vigília, em luta com o frio, às 23h34min o detector de magnetismo soou
seu alarme, indicando uma variação magnética local, numa espécie de "vai e
vem". A intensidade de campo eletromagnético permaneceu em níveis
considerados normais. O funcionamento do detector Alfa foi checado várias
vezes, respondendo corretamente aos testes. Depois de alguns minutos o
detector de magnetismo silenciou e voltou a soar à 1h34min, com menor
intensidade, até que parou.
Depois retornamos a Piracicaba sob denso nevoeiro, com
visibilidade de 3 ou 4 metros.


CASO "RUA DO PORTO"

Em 09/09/1990, às 12h50 min, sob um céu limpo e bem azul,
temperatura aproximada de 20°C, Luís Custódio e seu colega de serviço José
Carlos Grin, observaram durante 01 minuto mais ou menos, enquanto trabalhavam
na manutenção da rede de energia da Rua do Porto (local bastante conhecido em
Piracicaba), um OVNI semelhante ao planeta Vênus, quando observado durante o
dia. Parecia ser redondo e devia estar a uma distância superior a 2000 m.
Nenhum ruído pode ser ouvido.
Sua trajetória foi no sentido de Sul para Norte em movimento
retilíneo uniforme horizontal, nos primeiros 20 segundos, se comportando como
um avião. Depois disso começou a "variar" o movimento na vertical,
permanecendo assim por uns 10 segundos, estacionando então, por mais uns 20
segundos, Ao voltar a atenção para um enxame de abelhas, Luís que trabalhava
e observava de cima de um poste, perdeu o contato com o OVNI.


OUTROS CASOS NA ESTRADA PIRACICABA -RIO CLARO


No dia 1º/01/1991, Um estudante de agronomia foi até a casa do
Prof. Renato para conhecer o grupo. Tomando conhecimento do caso Capuava,
lembrou que certa vez, ao regressar de Rio Claro, notou algumas pessoas
paradas no acostamento com os veículos estacionados. Curioso e pensando se
tratar de acidente, resolveu parar também. Acontecia, porém, que aquelas
pessoas olhavam naquela noite, ao longe, uma luz no ceu com um raio luminoso
entre ela e o solo.


SOLO DE GODINHO: SEM ALUMÍNIO!


Sendo ele estudante de agronomia, mostramos e comentamos as
analises de fertilidade de solo, feitas para o caso Godinho. Ele estranhou o
fato do solo não apresentar nenhuma taxa de alumínio, que normalmente se
apresenta em solos da região. Os professores da ESALQ não comentaram esse
fato, o que indica não ser tão extraordinário este fator. Em todo caso aqui
fica este registro.

CASO "SATÉLITE".

Em 21/01/1991, das 21h às 22h (horário de verão), sob um céu
parcialmente encoberto e Lua em quarto crescente, o prof Renato, Luzia e eu,
presenciamos o fenômeno aqui descrito.
Na residência do Prof. Renato, Luzia estava regando plantas quando
olhou para cima viu e um objeto luminoso, se deslocando de Leste para Oeste.
Todas as características eram de um satélite e assim foi interpretado. Mas
nos minutos seguintes passaram mais dois. O prof. Renato estranhou que três
passassem quase ao mesmo tempo, pegou o binóculo e me chamou pelo rádio. Saí
para fora e pude ver, juntamente com o Prof. Renato e a Luzia mais três
satélites, ou seja lá o que forem. Depois disso as nuvens encobriram o céu
impedindo a visualização às 21h45min. No dia seguinte, coincidência ou não,
os países aliados atacaram pela primeira vez o Iraque, que havia invadido o
Kwait.
Como estranhamos o número um pouco elevado de observações de "
satélites " num curto espaço de tempo, deixo aqui este registro, apesar de
não sabermos ao certo se existe aí alguma relação com a ufologia. Mais
adiante voltaremos a nos deparar com este fenômeno.


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