sexta-feira, 29 de julho de 2016

Casos Ovnis ocorridos em Piracicaba (SP) e em seu entorno Parte 8




CASO "DESPERTADOR".


Em 21/11/1990, às 23h55min, o Prof. Renato se preparava para
dormir quando notou que seu rádio-relógio de
cabeceira "ameaçava" ligar, como se estivesse despertando sem estar
programado para isso. A princípio ele não deu atenção ao fato, mas quando sua
esposa, Luzia, disse que pensou ter visto um clarão no corredor antes de
fechar a porta do quarto, instintivamente ele olhou para o radio-relógio que
marcava 23h55min.
Este relógio digital, marca "Cobra", com rádio AM/FM, já
apresentava um defeito: o despertador não funcionava. Assim, o Prof. Renato
tomou nota da hora que marcava o relógio e também notou que o mesmo
apresentava um ruído de rádio fora de estação. Em seguida correu para o
Detector Alfa (nosso aparelho medidor de campos eletromagnéticos e
magnéticos), quando pode averiguar que este indicava um sinal forte na
intensidade do campo eletromagnético (sensível ao espectro entre 100KHz e
200MHz).
O próximo passo foi contactar o Luís pelo PX. Os dois fizeram
testes por mais de uma hora sendo que o resultado misterioso se manteve, com
pequenas alterações nos valores indicados.
O medidor de campos eletromagnéticos teve sua escala ultrapassada,
além disso o indicador de variação magnética soou seu alarme, confirmando que
alguma coisa não estava certa. A situação só voltaria ao normal uma hora mais
tarde.
Toda a conversa pelo PX entre o Luís e o Prof. Renato foi gravada,
inclusive as indicações sonoras do Detector Alfa. Interessante, porém, que ao
reproduzir a fita da conversa, um estranho "bip" pode ser ouvido em
determinado momento, com duração de cerca de 3 ou 4 segundos.
No dia seguinte, dando uma geral pela casa do Prof. Renato em
busca de algo que pudesse ter sido a causa de tanto alarde, constatamos que o
detector alfa não mais apresentava resultados coerentes, aliás, nunca mais
apresentou, o que nos levou a fazer uma dissecação eletrônica à procura da
causa do defeito. A hipótese mais provável é que uma sobrecarga danificou
irreversivelmente dois de seus integrados principais.
Agora, além de ter perdido nosso detector, tínhamos uma dúvida a
ser esclarecida, o que levou o grupo a desenvolver um novo aparelho. Deveria
ser 7 vezes menor e necessariamente mais eficiente contra queimas e
resultados falsos, além de não poder utilizar meios eletromecânicos como
ponteiros de marcação.
Em 24/03/1991, numa reunião de rotina na casa do Prof. Renato, em
determinado momento o Luís teve a impressão de ter visto um clarão no telhado
da casa vizinha, através de uma porta que estava aberta. Já estava
escurecendo quando isso aconteceu e o assunto acabou sendo esquecido.
Mais tarde, por volta das 23h50min, o rádio relógio novamente
"ameaçou" despertar. Desta vez o Prof. Renato não entrou imediatamente em
contato via rádio PX, mas no dia seguinte nos procurou com um ultimato para
que apressássemos a construção do novo detector.
O rádio-relógio "contaria história" novamente no dia 02/04/1991,
quando já estava pronto o novo detector: o "Alfinha". A medida do campo
eletromagnético é feita, neste aparelho, numa escala própria de 1 a 10, sendo
que nesta ocasião marcava 5, valor bastante acima da média, que raramente
passa de 2.
Então o Prof. Renato me chamou pelo PX e o Luís também atendeu,
sendo que ficamos até a 1h do dia seguinte tentando descobrir a causa destes
fenômenos, especulando causas possíveis como radioamadorismo, telefone sem
fio, motores elétricos etc.
No entanto, quando já íamos desligar os rádios e esquecer o
assunto, houve uma oscilação no fornecimento de energia elétrica por cerca de
30 segundos. Em consulta por telefone, a CPFL informou que toda a cidade
tinha sido atingida por este defeito, até aquele momento sem explicação
técnica.
A CPFL registrou esta ocorrência com causa desconhecida e com
duração de 1 minuto. Alguns funcionários informaram que nunca tinham visto
este tipo de defeito, ao menos não sem que a causa pudesse ser logo
identificada.
Após aquela oscilação da energia pública, as leituras no Alfinha
se normalizaram.
Levantamos então os seguintes pontos:

1)- Das três vezes que o rádio-relógio "fez barulho", duas o campo
eletromagnético estava acima do normal. Na segunda vez não pode ser medido
por que estávamos sem nosso detector.

2)- Nos outros dias, as leituras eletrônicas estavam normais.

3)- Nas duas primeiras vezes, pessoas diferentes afirmaram ter visto
clarões aparentes dentro e fora da casa do Prof. Renato.

4)- Somente na primeira vez houve indicação de variação magnética no
local: tudo indica que desta vez a intensidade era maior.

5)- O Alfinha foi testado no dia seguinte ao evento de 03/04/1991,
obtendo sempre leituras perfeitamente coerentes.

6)- Na terceira vez, graças ao alarme do rádio-relógio e a medição feita
com o Alfinha, pudemos perceber a oscilação da energia pública uma hora
depois, que conforme iriamos descobrir mais tarde, afetou todo o Brasil.
Através do boletim ortotênico da UBPDV, teríamos mais tarde, inclusive, a
confirmação de outros ufólogos do Brasil a respeito deste episódio.

7)- Não sabemos a partir de que hora os detectores começaram a indicar
anormalidades, sendo que só foram ligados depois do alarme do rádio-relógio.

8)- Até hoje (22/07/1993) a CPFL ainda não tem explicações para aquele
defeito.

9)- Este defeito deu-se em horário de pouco consumo.

Prosseguindo as investigações para se saber até onde aquele efeito
influenciou o fornecimento de energia, ficamos sabendo que realmente todo o
Brasil foi afetado, sendo que a CPFL registrou outras duas oscilações de
menor intensidade às 22:00 h do dia anterior e às 5h do mesmo dia.
No dia 09/03/1991, o Prof. Renato informou que o Alfinha indicava
variação do campo magnético, numa forma de vai e vem. Antes, no dia
07/03/1993, fizemos medições na casa do professor, e ainda examinamos a rede
elétrica, não encontrando nada que pudesse induzir o sensor eletrônico do
Alfinha.
Recolhemos o rádio-relógio para examina-lo. Antes de remove-lo,
aproximamos dele um transmissor com potencia de 4W operando na faixa do
cidadão, mas seu funcionamento não foi influenciado.
Encontramos os seguintes defeitos ao examina-lo na oficina:

1)- Despertador não desperta; a parte responsável por despertar na hora
programada, seja com alarme sonoro (bip) ou música (AM/FM) está inoperante.
2)- Seletor liga/desliga/alarme/rádio esta defeituoso, ou seja, não da
para desligar o rádio, sendo que o mesmo permanecia o tempo todo com o volume
mínimo. Nós o encontramos fora de qualquer sintonia de estação. Então como
seria possível o rádio fazer barulho se o volume era mantido no mínimo?

3)- A sensibilidade do rádio não é muito boa, isto é, só pega as
estações com chiado.
Claro que depois de nossa inspeção no rádio, o Prof. Renato foi
obrigado a comprar outro aparelho!
Em 02/06/1991 foi publicada no "Jornal de Piracicaba" uma
reportagem resumindo algumas de nossas pesquisas. Desde então, alguns novos
integrantes apareceram interessados em participar do grupo.


NOVAS PANES NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
DE ENERGIA ELÉTRICA

No dia 11/06/1991, Luis Custódio descobriu que em vários locais
diferentes de Piracicaba, surgiram problemas técnicos na CPFL, como fusíveis
queimados e transformadores apresentando problemas, sendo que funcionários
daquela empresa concluíram que a causa dos defeitos deveria ser externa, isto
é, algo que não fizesse parte da rede elétrica, possivelmente provocando
uma sobrecarga.
Embora eu tenha incluído aqui informações referentes a panes em
sistemas elétricos, existe a possibilidade de que isso tudo nada tenha a ver
com os fenômenos ufológicos de que trata este relatório, mas pela relação
ufo/magnetismo, tais fenômenos estão aqui narrados. A rede Globo apresentou
no dia 09/06/19 91, em seu programa "FANTÁSTICO" uma reportagem sobre
explosões solares, afetando sistemas eletrônicos na Terra, inclusive causando
um principio de incêndio numa usina nuclear norte americana.
Dois vulcões, um no Japão (inativo a 200 anos) e outro nas
Filipinas (inativo a 600 anos) entraram subitamente em erupção. Primeiro o do
Japão, seguido pelo das Filipinas alguns dias depois. Algumas semanas antes
ciclones apareceram às dezenas por todo o planeta, inclusive no Brasil onde
são raríssimos, chegando a virar grandes caminhões carregados com dezenas de
toneladas de carga. Nos Estados Unidos não fizeram muitas vítimas graves, mas
causaram muitos prejuízos. Já na Índia, no continente asiático, morreram
cerca de 100.000 pessoas. Enquanto isso, sem que a humanidade de maior
atenção, a poluição torna cada dia mais a vida difícil. Em São Paulo vemos
durante as inversões térmicas o efeito da sujeira humana. Parece até que
progresso virou apelido de terrorismo ecológico.


Quilômetro 19; ESTRANHAS MEDIÇÕES!

Em 15/09/1991, o Luis Custódio apareceu em minha casa, à noite,
pedindo o Alfinha. Ele e seu parceiro de serviço iriam trabalhar na região de
Tanquinho, e aproveitaria para fazer algumas medições.
Da minha casa, onde partiu, até Km 18,9 da rodovia Piracicaba/Rio
Claro, o medidor de intensidade do campo eletromagnético indicava valor 1,
numa escala própria de 1 a 10.
Ao chegar no Km 19, o mesmo onde aqueles policiais teriam avistado
um OVNI na margem direita da pista, o valor subiu de 1 para 3, voltando ao
normal (1) depois que passaram aquele local. Segundo informações, o OVNI
avistado pelos policiais seria de forma cônica, similar àqueles testemunhados
nos casos Pedreira I e II.
A leitura feita pelo Luís no sensor eletromagnético, foi realizada
dentro de uma caminhonete em movimento, ou seja, ele captou um sinal
parcialmente bloqueado pela armadura negativa do veículo, sendo detectado às
19h40min; das 19h45min até às 20h28min, quando retornaram pela estrada de
terra que liga Tanquinho a Vila Nova, a leitura do Alfinha permaneceu em
níveis normais.


NOVA VIGÍLIA EM TANQUINHO.

Em 21/09/1991, Luis Custódio, Gregório e eu fomos a Tanquinho para
uma vigília, porém nada de anormal foi constatado.


UM CASO DE TELEPATIA ET?


À tarde, no dia 23/11/1991, liguei para Claudio de Barros, meu ex-
colega de serviço, pois dias antes ele me avisou que teria passado por
estranhas experiências envolvendo OVNIS e ETS. Eu estava interessado também
no que teria acontecido com um conhecido dele, morador de Charqueada (SP).
Por telefone, Claudio me pediu que fosse primeiro à casa de seu
sogro, onde sua esposa me daria o endereço deste morador de Charqueada, que
teria avistado um OVNI.
Tendo passado na casa do sogro, fui depois até onde se encontrava
o Claudio, que passou a narrar o que teria presenciado em dezembro de 1990,
quase um ano antes.
Em dezembro de 1990, ao transitar juntamente com seu filho
Charles, de 11 anos próximo ao Teatro Municipal de Piracicaba, o menino
percebeu que três pequenas luzes se deslocavam vagarosamente no céu noturno.
A não ser pelo movimento, poderiam ser confundidas com simples estrelas. Ao
chegar em casa, na Av. Raposo Tavares, ainda podiam vê-las no horizonte
Oeste.
Pouco tempo depois, Cláudio estava olhando para as luzes e seu
filho já dormia, quando teria recebido uma mensagem "telepática", oriunda de
seres que supostamente ocupavam aquelas luzes, ou "naves". Estas luzes
deslocavam em formação de três, compondo mais ou menos um triangulo
equilátero. No momento em que Claudio começou a receber as mensagens, as
naves se posicionavam por coincidência ou não, acima das montanhas do Bairro
Floresta (aquelas do caso Volta Grande).
Segundo Claudio, luzes coloridas começaram a girar em torno de
cada um dos pontos luminosos, que antes, sozinhos formavam o triangulo. Às
vezes, um deles se afastava para a direita e retornava logo em seguida. Então
palavras vieram a sua mente, como se uma outra pessoa falasse com ele,
pedindo para que, primeiro, subisse numa cadeira. Claudio subiu e as palavras
em sua mente diziam que o dobro da altura atingida por meu ex-colega, era
aquela dos seres que mandavam a mensagem. Segundo esta suposta mensagem, um
contato direto com estes seres seria impraticável, "pois um ser humano
derreteria na presença destes ETS", dado as diferentes constituições físicas.
Somente um dos seres estaria se contatando com Claudio.
Segundo o depoimento, em determinado momento Claudio pode ver
mentalmente o ser, que era além de muito alto, calvo e usava roupas, no que
ouviu também que estavam em missão de observação, que tinham uma base próxima
ao local abaixo de suas "naves", que esta base seria um gigantesco complexo
que se estenderia até a Serra de Botucatu, e que somente meu amigo podia ver,
naquele momento, aquelas luzes. Após isso o contato se encerrou.


CASO "CHARQUEADA"

No domingo do dia 24/11/1991, logo de manhã, às 8h, fomos eu e o
Luis Custódio a cidade de Charqueada procurar o sr. Ítalo Volpato, que teria
avistado um OVNI, segundo nossas informações. Depois de breve procura,
chagamos a sua residência. Muito hospitaleiro, nos recebeu e com boa vontade
começou a narrar sua experiência.
Mais ou menos 15 dias antes, portanto aí pelo dia 9 ou l0 daquele
mês, o sr. Ítalo trabalhava num sítio ali próximo, operando um trator na
cultura de cana, quando aproximadamente às 3h, nas manobras de retorno, seus
faróis apontavam numa determinada direção, onde ao longe se via uma luz no
céu, próxima ao horizonte. A nossa testemunha notou que esta variava sua
posição, tanto vertical como horizontalmente, mantendo-se no mesmo setor
limitado do espaço.
Depois de um bom tempo, curioso, parou o trator e piscou os
faróis, na direção da estranha luz. De repente, o pequeno ponto luminoso veio,
quase que instantaneamente, em sua direção e parou cerca de dois minutos
acima do local onde estava o trator. O sr. Ítalo fugiu assustado. Informou-
nos ainda que a forma do OVNI era a de um globo, em termos de tamanho
comparado com uma casa pequena, segundo ele mesmo. A cor, que logicamente era
bem luminosa, tendia para o alaranjado, porém variava com o tempo.
Em seguida, o OVNI se deslocou, tão rapidamente quanto se
aproximou, noutra direção. Todo o contato durou cerca de três horas.


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