quinta-feira, 14 de julho de 2016

Este dinossauro assustador tinha braços pequenos assim como o tiranossauro




Paleontólogos na Argentina descobriram os restos de um dinossauro do período Cretácico que contava com os mesmos braços em miniatura encontrados no tiranossauro (T. rex). Essas criaturas antigas não eram próximas, então os cientistas desconfiam que os pequenos braços evoluíram independentemente.

Este é o Gualicho shinyae, um terópode bípede que tinha um par de braços curtos com duas garras em cada. A criatura aterrorizante tinha o tamanho de um urso polar e é parecida com o tiranossauro nesse sentido, mas é de um ramo separado da árvore genealógica, o que significa que os membros incomuns evoluíram de forma independente (evolução paralela), e não uma característica herdada de um ancestral em comum. Braços pequenos, pelo jeito, eram comuns em certos bípedes carnívoros durante o Cretácico, e por motivos que ainda não estão totalmente claros.


Imagem: Sebastián Apesteguía et al., 2016/PLOS ONE

O Gualicho é classificado como um allosauridae, que descreve terópodes carnívoros de médio a grande porte, e era diferente de outros dinossauros que vivam próximo a ele.

“O Gualichi é um tipo de dinossauro mosaico, ele conta com características que normalmente são encontradas em diferentes tipos de terópodes,” disse o coautor do estudo Peter Makovicky, que trabalha no Field Museum em Chicago. “Ele é bem incomum – é diferente de outros dinossauros carnívoros encontrados na mesma formação rochosa, e não se encaixa perfeitamente em nenhuma categoria.”

Assim como o tiranossauro, esse dinossauro tem seus membros anteriores do tamanho dos braços de uma criança. A descoberta do Gualicho não explica porque certos carnívoros possuem braços tão pequenos, mas fortalece a hipótese de que essa característica evoluiu independentemente.

Em relação ao nome desse dinossauro recém-descoberto, shinyae vem do seu descobridor, Akiko Shinya, enquanto Gualicho é derivado de “Gualichu”, um espírito reverenciado pelo povo Tehuelche da Patagônia.

[PLOS ONE]

Foto de topo: Impressão artística de dois Gualicho shinyae. Crédito: Jorge González e Pablo Lara.

FONTE: GIZMODO BRASIL

Astrônomos detectaram a linha do gelo ao redor de uma estrela pela primeira vez



Um telescópio capturou a primeira imagem de uma linha do gelo em torno de uma jovem estrela no espaço – e isso pode mudar o que sabemos sobre a formação de planetas.

As condições extremas ao redor de estrelas jovens às vezes significam que a água vai diretamente do estado gasoso para a neve e gelo, pulando totalmente a fase líquida. A região em que essa transição acontece é chamada de linha do gelo.

Essa linha só foi vista porque a estrela em questão, a V883 Orionis, teve uma erupção maciça que empurrou a linha do gelo ao redor do seu disco protoplanetário, onde os planetas são formados, para fora. Isso fez com que o telescópio Atacama Large Milimeter/submilimiter Array (ALMA) conseguisse essa vista:



Não é só uma coisa legal de se ver, e pode ter consequências enormes para a forma como planetas são formados. Pesquisadores do ESO dizem que suspeitam que a localização da planeta em formação dentro da linha do gelo aparece na forma final do planeta.

Se um planeta é formado dentro dessa linha, onde a água aparece como gás, o planeta resultante é rochoso como a Terra. Planetas que se formam fora da linha do gelo, onde a água aparece como gelo, se tornam gigantes gasosos como Júpiter.

Agora que conseguimos ver essa linha em ação, os cientistas esperam conseguir explicar melhor qual é o papel dela na evolução planetária.

Imagem: Conceito artístico da linha do gelo ao redor de uma estrela jovem. Crédito: A. Angelich (NRAO/AUI/NSF)/ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)

FONTE: GIZMODO BRASIL


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