terça-feira, 9 de agosto de 2016

Casos Ovnis ocorridos em Piracicaba (SP) e em seu entorno Parte 10



CASO SÃO TOMÉ
Um alerta aos ufólogos!

Em 17/05/1992 o prof. Renato foi convidado por uma amigo,
juntamente com o Luís para participar de uma reunião de um grupo de estudos
ufológicos.
Mais tarde, no dia 22/05/1992, o PACS e o tal grupo fizeram uma
reunião conjunta, onde estiveram presentes, do outro grupo o sr. Alfredo e
esposa. Segundo ele, mais ou menos um ano antes tinham feito uma excursão à
São Tomé das Letras. Naquela cidade os integrantes da excursão teriam visto
alguns OVNIS (contato de primeiro grau), que não vem ao caso para este
relatório. Desde então eles vem se interessando pelo fenômeno UFO, porém suas
pesquisas são de tendência acentuadamente místicas, e queriam saber mais de
um grupo diferente, de tendências científica, como é o nosso caso.
Neste outro grupo (sem nome), conhecemos no dia 26/05/1992 uma
mulher que orientava aquela associação e dizia comunicar-se com ETS
telepaticamente.
O fato é que na noite dia 27/05/1992, estavam o prof. Renato e o
Luís no apartamento do sr. Alfredo, conversando com esta mulher. Nisso, o
nosso detector de eletromagnetismo acusou 9 numa escala de 1 a 10, o que
normalmente só é possível debaixo de uma antena transmissora ou equivalente.
Isso se deu justamente no momento que a "telepata" se preparava para entrar
em contato com supostos ETS. Ela informou então que seus contatos não
estariam muito longe daquele prédio. Então o Luís correu para a janela olhar
o céu. O Prof. Renato ficou junto dela, percebendo que a marcação na escala
do Alfinha variava, no que pesquisadora resolveu convencionar um código para
todos se comunicarem com os supostos alienígenas. Uma indicação alta na
escala do alfinha equivaleria a um sim, duas indicações equivalentes seguidas
significariam um não. Luís me contou qua as poucas perguntas feitas realmente
pareciam ser respondidas pelo Alfinha. Antes que o questionário esquentasse,
a pesquisadora disse que se eles partissem dali em direção a um local
determinado, todos veriam a nave dos ETS. Me ligaram então pedindo minha
opinião e, assim, decidimos por ir até o lugar sugerido. Antes, o Luís
perguntou a ela qual a real probabilidade de verem de fato a nave, tendo como
resposta nada menos que 99,9%.
Pela estrada que liga Piracicaba a Rio das Pedras, lá chegamos nós
às 23h45min. Logo a mulher avisou para vermos uma luz se movimentando no céu,
exclamando: Eu não disse? Aí está!
Não que fosse necessário, mas com auxílio de binóculos confirmamos
nossa suspeita: era um jato a grande altitude (ou um UFO disfarçado). Pelo
que entendemos nenhum disco voador foi visto.
A nossa dúvida nesse caso está no fato do alfinha ter acusado o
forte sinal no apartamento do Alfredo. Por que será? Seriam aqueles supostos
Ufonautas brincalhões ou tudo não teria passado de grandes coincidências.
Alguns anos antes, eu estive visitando um grupo parecido em
Campinas, onde a mesma coisa ocorreu, isto é, uma mulher que dizia poder
contatar mentalmente tais entidades falou muitas coisas, nas quais não
acreditei, mas quando ela se aproxim ou de mim usei o mesmo detector, que
acusou escala máxima de eletromagnetismo. Como explicar? Não sei! Por
enquanto fica aqui o registro.
Nota: nenhuma emanação normal do organismo humano, ao menos
conhecida, pode afetar nosso Alfinha, que tem a sensibilidade
propositadamente reduzida.


PACS OBSERVA ESTRANHOS SATÉLITES EM TANQUINHO.

Em 19/12/1992, conforme acertos feitos dias antes, nosso grupo
realizou uma vigília em Tanquinho. Juntamente com o Luis e mais os novos
elementos do PACS Gilberto, Adilson e Marcelo, nos encontraríamos em Vila
Nova com o Fernando, empresário de Itu.
Chegamos às 18h, antes do anoitecer, e procuramos um local alto
para a vigília. O Luís e o Adilson ficaram com a maior parte do equipamento
no carro, já eu, o Gilberto e o Marcelo saímos a pé em direção a Vila Nova,
uns 3 ou 4 km, para esperarmos o Fernando.
Estando em Vila Nova, aproveitamos para conversar com a testemunha
dos casos Pedreira I e Pedreira II, que confirmou todas suas histórias,
narradas em 1988. Meia hora depois fomos ao Mato do Macaco. Deveríamos estar
em contato via rádio com o Luís e Adilson, mas o relevo impediu nossa
comunicação.
Enquanto atravessávamos o tal mato, eu detectei uma emissão forte
de eletromagnetismo em VLF, em seguida notei no céu, agora noturno, alguns
satélites passarem. Estranhei, no entanto sua trajetória um pouco sinuosa.
Nem dei muita importância por achar que eu estava cansado e um pouco
atordoado.
Passados alguns minutos, ouvi o estampido de fogos de artifício,
destes de três tiros, como se estivessem muito longe e o som bem fraco.
Coincidentemente, o mesmo tiro é dado por nós em caso de emergências. É o
nosso toque de reunir. Como eu estava sem comunicação e sem saber o que se
passava com o Luís e o Adilson, apressamos o passo de volta a Vila Nova, para
pedir carona e ir até onde tínhamos deixado nossos companheiros.
Ainda a caminho de Vila Nova, Luís e Adilson nos interceptaram com
o carro. Disseram que não tinham disparado os foguetes, e só deixaram o ponto
previamente definido para vigília para fugirem dos mosquitos que invadiram
aquele lugar. Verdes, mal cheirosos e sedentos de sangue de ufólogos,
simplesmente expulsaram os dois de lá. Como Fernando estava atrasado, decidi
escolher outro lugar para a vigília que permitisse contratá-lo caso
aparecesse.
Escolhemos. então, uma estrada secundária, próxima a uma linha de
11000 volts, que logicamente afetaria nossos sensores, mas que no entanto, as
indicações da energia desta rede era distinta de outras principalmente pela
regularidade dos 60Hz. Outras emissões eletromagnéticas, estranhas e de
origem desconhecida fizeram-se notar hora sim hora não por quase toda a
noite.
Aí pela meia noite, vimos um carro que se aproximava e demos
sinais de lanterna, como pensamos, era de fato o Fernando que chegava. Neste
momento nosso grupo estava dividido, eu no carro e o Luís a pé explorando a
área, sempre em contato via rádio.
Novamente vimos satélites, ou seja lá o que for, da mesma forma
que via anteriormente, quero dizer, em trajetória ondulada. Além disso,
chegamos a ver 4 desses satélites ao mesmo tempo cruzando a céu, fato um
pouco incomum, se considerarmos serem apenas satélites artificiais. Reunido
novamente o grupo no ponto de vigília, resolvemos experimentar fazer sinais
luminosos para o céu, usando um farol, potente o suficiente para iluminar
nuvens mais baixas. Fizemos isso várias vezes.
Por volta das 2h, eu, o Fernando e o Gilberto saímos do ponto de
vigília para caminhar pelo terreno, ficando o Luís, o Adilson e o Marcelo no
carro.
O prof. Renato, que ficou em Piracicaba nos chamou nesse momento
pelo PX, mas não conseguimos responder com os walkie talkies por causa da
distância que nos separava.
Andando pela região, o Fernando chamou a atenção para um ponto
luminoso a grande distância, deslocando-se lentamente a uns 10° acima do
horizonte, observado à leste indo em direção ao Sul, sendo que seu brilho
equivaleria a uma estrela com magnitude -4,6 (Vênus) O Fernando, então
comentou que já tinha observado fenômenos semelhantes noutras ocasiões,
quando participava de outros grupos e, que o tal OVNI iria desaparecer dali,
reaparecendo no ponto cardeal oposto.
Realmente isso ocorreu, pois aquele objeto luminoso foi diminuindo
o brilho até desaparecer, e um brilho semelhante surgiu alguns segundos depois
no horizonte Oeste em direção Norte, em trajetória ondulante, como se ele
tivesse realmente dado a volta, passando invisível pelo Sul. Uma forte
emissão eletromagnética em baixa freqüência foi registrada em nossos sensores
nesse momento, talvez a mais intensa de toda noite.
Nos reunimos novamente no ponto de vigília. As emanações
eletromagnéticas foram diminuindo até voltarem ao normal. Às 5h saímos de lá
retornando a Piracicaba.


OS ESTRANHOS SATÉLITES CONTINUAM
APARECENDO.

Em 31/12/1992, o prof. Renato me contou o que teria se passado com
ele e sua esposa, Luzia, um ou dois dias antes. Às 4h30min, Luzia se queixou
de dor nas pernas, que ela sempre sente quando a temperatura se altera.
Renato então se levantou e por força de hábito ligou o sensor de VLF, no que
ouviu um forte sinal, mesmo para os padrões de uma cidade. Ele saiu para fora
de casa e viu vários satélites cruzando o céu
Quando eu digo satélite, quero na verdade dizer OVNI, mas por
força das semelhanças que estes objetos têm com os satélites artificiais,
quando vistos da Terra, nós os designamos apenas de satélites.
Passados estes, Renato viu então uma luz semelhante a Vênus, no
brilho e intensidade, numa trajetória retilínea e uniforme, velocidade
parecida a de um avião, deslocando-se na mesma direção e sentido dos
"satélites". Depois disso nada mais foi avistado.
Coincidência ou não, Luzia afirmou que a dor de suas pernas
diminuíram sensivelmente depois destes acontecimentos.
Em nossa vigília do dia 19, também apareceram primeiro os
"satélites" e depois um ponto luminoso mais intenso, parecido com Vênus (em
movimento, porém).


MAIS CASOS NA USINA COSTA PINTO.

Soubemos por amigos e sitiantes, a respeito de trabalhadores
rurais e da própria usina, que estariam frequentemente avistando luzes
voadoras e "bolas de fogo" naqueles canaviais.
As possíveis testemunhas, pelo que soubemos, preferem não comentar
tais histórias. Ainda estamos tentando encontrar outras pessoas que tenham
presenciado estes possíveis eventos e que concordem em comenta-los.


OVNI PARECIDO VISTO EM MANAUS.

No mesmo dia em que o Prof. Renato me contou a história que com ele
teria se passado, recebi um telefonema do companheiro Manoel Gilson Mitoso de Manaus. que relatava o seguinte:
Gilson fazia uma vigília em sua região, alguns dias antes, quando
viu uma luz se deslocando no céu. Era semelhante ao farol de um avião. e
assim seria considerado se o Alfinha que portava não tivesse denunciado um
sinal eletromagnético de freqüência desconhecida com intensidade acima do
normal. O interessante é que se Gilson andasse alguns passos o Alfinha
deixava de marcar o sinal. Ele me perguntou se o Alfinha podia captar o sinal
de um avião, eu respondi que não.
Um avistamento ufológico, que o Gilson ficou de investigar, se deu
em setembro de 1992 perto do mesmo local.


CASO IBITIRUNA II

Num sítio entre Ibitiruna e Anhumas, entre maio e junho de 1993, por
volta das 21h numa noite estrelada, um engenheiro agrônomo conta que viu
alguma coisa no céu se mover. Ele lembrou que gostava de ficar observando os
aviões, chegando a memorizar rotas e horários, inclusive se baseando em tais
para, às vezes, saber a hora. Em face disso, ele concluiu que tinha uma boa
noção de distâncias e padrões de navegação aérea (luzes, formas etc.).
Aquilo que observou se mover no céu, era um ponto luminoso, semelhante
mesmo a uma estrela. Estranhou, pois parecia estar muito alto para um avião
comum. Em determinado momento, o UFO acelerou. Baseado na grande altitude, no
provável espaço percorrido e no tempo decorrido, a velocidade devia ser
espantosa. Na hora ele descartou a hipótese de ser um avião. O UFO começou a
fazer zigue-zague. Fazia também alguns círculos grandes, parava, começava
novamente, sumia, tornava a surgir, deu mais algumas voltas quando de repente,
iniciou um movimento que parecia estar se afastando da Terra. Foi sumindo
ziguezagueando.


CASO VOLTA GRANDE
UFO ASCENDENTE ASSUSTA TRABALHADORES DE USINA.

Um rapaz que trabalhava para Usina Costa Pinto, conta que entre agosto e
setembro de 1993, durante o trabalho, à noite, viu um objeto luminoso subir
rapidamente ao céu. A aparência não difere muito de uma estrela cadente
(meteoro), mas em sentido contrário, ou seja, para cima. Durante a subida
chegou a fazer um ziguezague. Somente o rapaz viu, por que seus colegas
estavam de costas. Todos puderam ver a claridade que o fenômeno gerou.
Aqueles que não viram o objeto pensaram que a iluminação seria resultante de
um relâmpago, indício de que iria chover.
O rapaz reagiu: "Mas isso não é chuva! Vocês não viram? Este evento
teria se dado no bairro Volta Grande.


POPULARES OBSERVAM UFO EM SANTANA.

Também por volta de agosto a setembro de 1993, alguns populares puderam
observar à noite, das proximidades do bairro Santana, uma pequena luz que
sobrevoava a região. Surgiu o comentário que deveria ser um avião perdido,
por causa do estranho padrão de vôo. Alguém resolveu ligar para o aeroclube
de Piracicaba, avisando sobre o fato.
As luzes do farol de navegação no aero clube foram acesas, na tentativa
de orientar um possível piloto em apuros. Sabe-se que nenhum avião aterrissou
nem pareceu por lá.
No dia 26/12/1993, o PACS esteve no bairro Floresta, mas nenhum dos
moradores pode acrescentar nada de novo ao que já sabiamos, referente àquela
região.


UFO É AVISTADO DO BAIRRO SANTA TEREZINHA.
E GLEBAS CALIFÓRNIA.

No dia 04/11/1993, o eletricitário Carlos Alberto estava trabalhando no
bairro Santa Terezinha, aproximadamente às 10h30min. Ao erguer a escada com a
qual iria trocar uma lâmpada, viu um objeto luminoso, mais ou menos na
posição do zênite, se deslocando lentamente de oeste para leste.
Imediatamente chamou seu parceiro, que não deu nenhuma importância ao fato, e
depois que viu, quando o UFO já estava mais distante, concluiu que se tratava
apenas do deslocamento das nuvens baixas, que causavam a ilusão de movimento
nas estrelas.
O Sr. Carlos Alberto, porém, insiste que também observou as estrelas,
mas o UFO em questão, embora se deslocasse na mesma direção das estrelas, ou
melhor, da ilusão do movimento destas, era diferente de tudo mais que se via
no céu naquele momento. Segundo ele, era uma luz mais intensa, seguida de
outras menores, totalizando algo em torno de 10 pontos luminosos.
O eletricitário acrescenta que depois daquela quinta-feira, no sábado
seguinte (06/11/1993), às 00h15min, de sua casa que fica no bairro Glebas
Califonia, avistou outro UFO no céu. Ele acabara de chegar do serviço quando
notou um objeto luminoso se deslocando, também, lentamente em direção Oeste a
Leste. Trata-se, segundo ele, de uma luz branca, de formato circular, com uma
espécie de névoa nos dois lados, na cor violeta variando para o vermelho
claro, e uma outra névoa da mesma cor atrás. Estas névoas apareciam na forma
de flashs alternados nas duas cores descritas. Ele chamou a família e os
vizinhos, sendo que todos puderam observar o objeto.


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