sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O Grande Rebote : Seria esse o inicio de tudo ou só um recomeço?



Um novo estudo sobre o surgimento do universo sugere que tudo que conhecemos pode ter surgido de uma forma bem diferente do que as teorias mais aceitas atualmente . Ao invés de ter sido gerado a partir da explosão que conhecemos como Big Bang, o universo atual poderia ter sido apenas um momento de reinício de um outro já existente.
Nesse caso, a contração de um universo anterior por meio de um colapso gravitacional teria colocado um fim na existência das coisas. A partir daí, durante uma nova fase de expansão, o universo em que vivemos atualmente teria passado a surgir. Ao invés do princípio de tudo, estaríamos apenas vivendo uma espécie de “reboot” universal.
A ciência sabe que o processo de expansão do universo, atualmente, é real. As teorias mais comuns apontam que essa expansão é um efeito gerado pelo Big Bang. Uma concentração densa e quente teria explodido e se expandido, gerando o tempo, matéria e universo que conhecemos. Mas e se, na verdade, não tivesse sido bem assim?

O Grande Rebote



Assim como teorias apontam associações da expansão com o Big Bang, diversas outras teorias tentam refutar tudo isso. A ideia do Big Bounce (Grande Rebote, ou Grande Salto) foi sugerida pela primeira vez em 1922, mas na época não havia como explicar por meio de cálculos como poderiam ter ocorrido as transições de contração e expansão do universo.
Um estudo mais recente, porém, conseguiu explicar como tudo teria acontecido. O estudo foi publicado na Physical Review Letters por um time de pesquisadores da China e do Canadá e assinado por Steffen Gielen e Neil Turok. O trabalho das equipes foi fortemente influenciado pelas pesquisas de outros cientistas, como Martin Bojowald da Universidade da Pennsylvania, em 2007.
Atualmente, a física é guiada por duas grandes vertentes: a Teoria da Relatividade e a Teoria Quântica. Com a primeira, é possível explicar o comportamento dos corpos e matérias do universo, já com a segunda podemos compreender o comportamento de partículas subatômicas. Segundo a teoria sobre a nova origem do universo, no início ele era regido pelas mesmas leis.

Física Quântica


O que esse novo estudo propõe é que, no início, a lei vigente era a física quântica. Nesse contexto, existia uma espécie de simetria dos corpos e o universo era igual, mas toda matéria era encontrada na forma de partículas, e não em grandes estruturas como vemos atualmente.
Os cientistas fizeram algumas simulações em computador utilizando as equações propostas pelas teorias de gravidade quântica. Com os cálculos foi possível perceber que o universo se tornava cada vez mais denso, o que foi constatado no momento do Big Bang. Após se contrair, no entanto, o universo não se concentra em formas cada vez mais densas, rumo ao infinito, mas começa a se expandir novamente, o que seria o Big Bang que conhecemos.
Se a teoria estiver correta, o Big Bang pode até ter existido, mas não foi o começo de tudo, e sim a marcação de uma nova fase.
Fonte: ABC/ Seu history

sábado, 6 de agosto de 2016

De onde vem a consciência?


Você já parou para pensar de onde vem a sua consciência?

A consciência é um dos maiores mistérios do universo, 
afinal como você tem consciência de que você tem uma consciência?

Já parou para pensar que você pensa?

Faça um teste...

Tente não pensar por 30 segundos

Conseguiu?

Duvido!

Porque o próprio ato de não querer pensar é um pensamento!

É impossível parar de pensar!

E de onde surgem esses pensamentos?

Quer ver uma coisa que você não está atentando...

Já parou para pensar na complexidade 
que é ler o texto que você acabou de ler?

Como você sabe o que significa cada palavra?

Como você sabe o que eu estou querendo dizer
apenas lendo o que eu escrevo?

Mais um teste... 

Pense em uma maçã e feche os olhos por alguns segundos...

Como você consegue associar palavras a objetos? 

A cor da maçã que 99% de vocês pensaram era vermelha, não era?

Como você sabe o que vermelho significa?

E a sua memória?

Já parou para pensar na complexidade da sua memória?

Tem um joguinho que eu adoro... complete as músicas: 

2 hamburgueres, alface, queijo, molho especial...

O tempo passa, o tempo voa, mas a poupança...

Entra na minha casa, entra na minha vida...

Você conseguiu completar as músicas não conseguiu?

Mas notou que você pensou no ritmo em que ela era cantada?

Como você sabe a letra?

Como você sabe o ritmo?

Agora, pense no seu endereço...

Pense no seu telefone...

Como você gravou todos esses números?

De onde vem isso?

Já parou para pensar que sua mente é atemporal?

Como você consegue se lembrar do que aconteceu no passado?

Como você consegue perceber o que acontece agora?

Como você consegue imaginar o que vai acontecer no futuro?

Um milagre acontece todo dia quando pensamos!

Se você não vê nisso um milagre,
talvez você não tenha entendido a real complexidade do ato de pensar...

E ai, vem a pergunta inicial... 
de onde vem essa consciência?

Como na natureza o ser humano 
conseguiu ter um cérebro que funcione dessa forma?


A nossa consciência não é capaz de responder essa pergunta.



Antigamente, considerava-se que o lar da consciência era o coração. Com a evolução da ciência, os estudiosos e neurocientistas acreditam que é no cérebro que está a “voz de nossa razão”. No entanto, mesmo atualmente, há uma parcela de céticos que contestam essa informação.
O fato é que a neurociência prega que há relações precisas entre a atividade cerebral e funções mentais, estados ou experiências. O pesquisador Harold Pasher da Universidade da Califórnia acredita que as relações apresentadas pela neurociência são mais precisas do que deveriam, devido aos métodos atuais de medição, que não são ideais. Além disso, ele afirma que dificilmente, em pesquisas da neurociência, o método exato para a obtenção dessas relações é informado.
Apesar de alguns verem as queixas de Pasher como irrelevantes – já que, com o avanço da ciência, novos métodos mais exatos poderão ser desenvolvidos e comprovar que a consciência realmente está no cérebro – a discussão é um pouco mais profunda. Se a neurociência diz que é possível relacionar consciência com atividade cerebral, a mesma neurociência, uma ciência física, pode dizer o que a consciência humana realmente é.
Os céticos acreditam que essas relações não podem provar a consciência. Digamos, a sensação de frio e uma atividade no hemisfério esquerdo do cérebro (apenas um exemplo não científico) não são a mesma coisa e nem aspectos da mesma coisa. A própria definição de aspectos depende de uma consciência independente de atividades cerebrais.
É lógico que a sensação de frio depende de estímulos que acontecem no cérebro, mas esses estímulos não são a mesma coisa que a sensação de frio.
Além disso, há um problema sobre a memória. Nos acostumamos a pensar em nossas memórias como arquivos armazenados em algum lugar do nosso cérebro. Mas quando lembramos de alguma coisa, estamos pensando em algo que é explicitamente do passado. As sinapses, as ligações que nossos neurônios fazem e que, de acordo com a neurociência, formariam nossos pensamentos, são estruturas físicas e só possuem seu estado presente. De acordo com os céticos, elas não podem ter um senso de passado, como nós temos, ou seja, o passado não existe em uma forma física em nosso cérebro, apenas em nossa consciência, que não seria física.
A falha da ciência em explicar a consciência vem da natureza contraditória da tarefa. É impossível explicar aparências usando uma abordagem objetiva. Enquanto o cérebro for visto apenas como um órgão com massa determinada e estímulos e a consciência for buscada na forma de sinapses e ligações, os céticos acreditam que buscar a consciência no cérebro é uma missão impossível. 

Fonte: Hypesciense


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