sábado, 15 de outubro de 2016

ANÁLISE GENÉTICA DE DNA DOS CRÂNIOS ALONGADOS DE PARACAS COMPROVAM: ”ELES SÃO DE OUTRO MUNDO”


Na costa sul do Peru encontra-se a península do deserto de Paracas. Esta paisagem estéril é onde o arqueólogo peruano Julio Tello fez uma descoberta surpreendente em 1928. Seus esforços se deram na descoberta um enorme cemitério e complexo enterrados sob a areia e rochas.



Nestes túmulos, Tello encontrou algo muito curioso: vários corpos estranhos.
Os corpos tinham os maiores crânios alongados já encontrados no mundo e foram
 chamados de ”crânios de Paracas”. Tello encontrou um total de mais de 300 crânios
 que foram datados de cerca de 3.000 anos de idade. Uma análise de DNA realizadas
 recentemente em alguns desses crânios apresentaram resultados surpreendentes que
poderiam desafiar a perspectiva atual da árvore evolutiva humana.
Várias outras culturas praticaram alongamento ou deformação do crânio, mas as
técnicas que eles usaram produziam resultados diferentes dos que foram encontrados
 em Paracas.

Os cranios de Paracas são diferentes de todos os crânios alongados já descobertos
porque seus crânios são 25% maiores e 60% mais pesados do que os crânios
humanos alongados normais, os pesquisadores acreditam que eles não poderiam
ter sido modificado através do alongamento tradicional que era praticado por antigas
tribos. Eles também são estruturalmente diferentes e têm apenas uma placa parietal
em oposição aos normalmente encontrado em crânios humanos. Essas diferenças
aprofundaram o mistério em torno dos crânios Paracas e os pesquisadores não
foram capazes de explicar as suas origens.
O Museu Histórico de Paracas enviou amostras de 5 crânios que submeteram a
testes genéticos. As amostras consistiam em restos de cabelos, pele, dentes e
fragmentos de ossos do crânio. O laboratório de genética não foi informado
sobre a origem das amostras, a fim de evitar resultados tendenciosos ou influenciados.

Os resultados são fascinantes!
O DNA mitocondrial (herdado da mãe) apresentou mutações desconhecidas por
 qualquer ser humano, primata ou qualquer outro animal. As mutações sugeriram
 que estamos lidando completamente com um novo ser humano, muito distante do
 Homo sapiens, ou neandertais Denisovans. Os indivíduos de Paracas eram tão
 biologicamente diferentes dos seres humanos que não teriam sido capazes de cruzar.
“Eu não tenho certeza que eles possam se encaixar na árvore evolutiva como a
conhecemos”, acrescentou um geneticista
As implicações desta descoberta são enormes. Quem eram as misteriosas pessoas de
 Paracas? Será que eles evoluíram aqui na Terra em um caminho tão diferente de nós
 que eles acabaram procurando um caminho drasticamente diferente do nosso? Se não,
 de onde é que eles vieram?
Esta descoberta levanta mais perguntas do que respostas, mas conta como um outro
pedaço de evidência que sugere que não estamos sozinhos.


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