sábado, 4 de fevereiro de 2017

Perseguição do avião da Azul por UFO evidencia o controle militar do espaço aéreo



O Brasil tem números alarmantes de casos de aeronaves civis perseguidas por UFOs, relembre algumas das principais ocorrências

O recente caso do avião da companhia aérea Azul, que em 21 e 22 de janeiro último foi acompanhado por um UFO por dez minutos, vem a se somar a vários outros que fazem parte da história da Ufologia Brasileira. A Revista UFO frequentemente recebe relatos de pilotos, tripulantes, controladores e outros profissionais ligados à aviação. O caso do avião da Azul ainda está sendo investigado, e tem características semelhantes a vários outros acontecidos em território brasileiro.

O mais famoso incidente envolvendo aviões e carreira e UFOs em território brasileiro é sem dúvida o Caso do Voo 169. Em 08 de fevereiro de 1982 o Boeing 727-200 pilotado pelo comandante Gerson Maciel de Britto seguia de Fortaleza para o Rio de Janeiro quando, sobre a cidade pernambucana de Petrolina, um objeto luminoso surgiu à esquerda da aeronave. O UFO os acompanhou até perto do final do trajeto, e Brito chegou mesmo a alertar os passageiros para que também observassem o objeto. O caso teve imensa repercussão na imprensa, e é considerado um clássico da Ufologia Mundial. Outra extraordinária ocorrência ficou conhecida como A Noite Oficial dos UFOs no Brasil, tendo ocorrido em 19 e 20 de maio de 1986, que recentemente completou 30 anos e está descrita no link a seguir: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2016/05/aeronautica-libera-gravacoes-de.html.

A perseguição nos céus do Brasil empreendida pela Força Aérea Brasileira naquela histórica noite teve como uma de suas testemunhas o comandante José Américo Medeiros, aviador aposentado com 16.000 horas de voo em trajetos nacionais e internacionais. Na noite de 19 de maio de 1986 ele era um dos tripulantes de um Boeing 737-200 da Vasp, rumando para São Paulo quando, na divisa entre esse estado e o Paraná, o radar meteorológico da aeronave exibiu vários pontos de contato, algo raro pois o instrumento é calibrado para detectar formações meteorológicas. Ao mesmo tempo, eles acompanharam a troca de mensagens entre outros voos e o Cindacta em Brasília, quando ficaram sabendo que vários objetos não identificados percorriam o espaço aéreo do sudeste em alta velocidade, sendo detectados pelos radares de diversos aeroportos. Medeiros e seus colegas diminuíram as luzes da cabine, e puderam observar vários UFOs à distância, voando em alta velocidade e em trajetórias aparentemente aleatórias.

TENTATIVAS DE INTERCEPTAÇÃO POR PARTE DE AERONAVES MILITARES


Um Boeing 737-200 da Vasp, semelhante ao que foi seguido por um UFO luminoso na região norte em 1976

José Medeiros conta que logo receberam um comunicado do Cindacta, informando que aeronaves militares haviam decolado para averiguar os acontecimentos. O comandante afirma que a movimentação continuava intensa até eles iniciarem os procedimentos de pouso no Aeroporto de Guarulhos. Medeiros foi testemunha de várias ocorrências ufológicas, incluindo uma em 1974. Ele era copiloto de um Boeing 707 cargueiro da Varig, que havia decolado do Rio de Janeiro com destino a Roma. Quando estavam passando próximo ao Marrocos, com céu claro e visibilidade ilimitada, observaram à direita um objeto de enormes dimensões com formato semelhante ao de um dirigível. O UFO estava a 20 graus de sua posição, a cerca de 10 km de distância e a mesma altitude deles, 10.000 m. Medeiros e o comandante observaram objetos menores saindo e depois voltando até o maior, e eles notificaram o centro de controle de voo marroquino. Eles então receberam o alerta de que deveriam alterar o rumo 30 graus à esquerda, pois jatos militares haviam sido enviados ao local. Em pouco tempo o Boeing brasileiro cruzou com duas esquadrilhas de caças.

Outro impressionante incidente aconteceu em 1976, envolvendo um Boeing 737 da Vasp que fazia o voo 282, de São Paulo a Belém com escala em Brasília. O caso foi descrito pela comissária Ana Prudente, que relata ter sido chamada à cabine de comando de madrugada. Os passageiros dormiam e as cortinas das janelas estavam fechadas, mas quando chegou ao cockpit a comissária se deparou com uma intensa luminosidade que a fez proteger os olhos com o braço. O comandante relatou que o objeto havia se aproximado do avião e passou a acompanhar seu voo com a mesma velocidade. O avistamento durou perto de 15 minutos, e o comandante tentou contato via rádio com os centros de controle de voo mas não obteve resposta. A luz finalmente diminuiu de intensidade e eles puderam observar um grande objeto envolto por raios azuis e vermelhos. O UFO então se afastou, subindo a 45 graus na direção nordeste em alta velocidade, sendo que havia vindo do noroeste. A comissária, o piloto e o copiloto ficaram com a pele avermelhada como se tivessem se exposto ao Sol, e Ana foi chamada ao setor de operações da empresa dez dias depois, recebendo instruções de nada comentar a respeito do ocorrido.


Pilotos têm encontrado UFOs sobre espaço aéreo brasileiro há muito tempo.

Caso Azul: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2017/02/aviao-da-azul-teria-sido-acompanhado.html

FONTE: REVISTA UFO


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